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Vamos pensar
o Brasil

Reformas, reformas, reformas. Esse tem de ser o mantra para o Brasil. Um país melhor amanhã será possível apenas com o que fizermos hoje. O conjunto de medidas apresentadas pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, pode ser um sopro de vida para a gestão do Estado em todas as suas esferas.

Chamado de Plano mais Brasil, esse pacote promete colocar o nosso país em outro patamar. O dinheiro iria parar de circular nas altas rodas e passaria para os serviços essenciais, servindo ao pagador de impostos. Afinal, esta é a razão de ser do Estado.

Nessa série de reformas, estão medidas fundamentais. Estamos falando da PEC do Pacto Federativo, da Desvinculação dos Fundos e da Emergência Fiscal. Esses três foram para o Senado. Outras questões importantes foram encaminhadas para a Câmara, como a Reforma Administrativa e o Projeto de Lei das Privatizações. Por fim, temos a Reforma Tributária, que tanto falamos neste espaço. Esta será examinada por uma comissão mista, envolvendo parlamentares das duas casas. Aliás, vale lembrar que o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, considera a reforma tributária fundamental para o crescimento econômico. Não é o caso, segundo ele, da previdenciária e administrativa. “A tributária é que tem a condição de destravar a economia brasileira”, comentou.

Conforme publicado na Agência Brasil, o ministro Paulo Guedes apresentou uma boa definição para as medidas que apresentou: “O pacto federativo é como se fosse um livro com vários capítulos. Ele é grande acordo político para complementar uma transição incompleta. Saímos de ordem fechada com estado aparelhado para fazer infraestrutura e fomos para democracia que tem legítimas aspirações, mas o meio não é eficiente”.

Guedes resume tudo numa frase: “É a nossa responsabilidade com as futuras gerações”. Como disse no início, o futuro depende do presente. Vamos arregaçar as mangas. Porque reconstruir um país dá trabalho.

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