Esta startup brasileira de logística para e-commerce pode ir muito longe, literalmente. A Pegaki já realizou 20 mil entregas e tem 500 pontos de retirada. Com os R$ 1,2 milhão de equity crowdfunding que a acabou de receber, a empresa ganha mais fôlego para expandir suas atividades. Ela está de olho no hábito de muitos consumidores de retirar suas encomendas on-line. Estar atento às preferências do cliente é tudo.

Veja mais na Exame.

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Só posso concordar com Andreas Schleicher, diretor do departamento de educação da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Não podemos esperar o Brasil se tornar um país rico para resolver a questão da educação. É preciso direcionar melhor os recursos. A primeira infância tem estar neste foco. “O Brasil não precisa esperar ter mais recursos. Aliás, se o Brasil não investir em educação, não se tornará um país rico. A Coreia do Sul era muito mais pobre que o Brasil nos anos 60 e usou todos os últimos recursos que tinha em educação. E foi isso que fez com que se tornasse um país rico.”

Veja mais nesta entrevista reproduzida pela Época Negócios.

 

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Neste artigo de Alejandro Chocolat, na IstoÉ Dinheiro, uma reflexão importante a respeito da nossa estratégia de desenvolvimento e inovação. “O programa Rota 2030, aprovado como medida provisória pelo Governo Federal, cria uma série de regras a serem cumpridas pela indústria automobilística nos próximos 15 anos (…) A expectativa é que tenhamos mais veículos elétricos e híbridos, com motor, câmbio e outras peças que priorizem a economia energética.”

Veja mais aqui.

 

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O articulista Caio Camargo apresenta uma reflexão importante sobre inovação no portal Mercado&Consumo. “A mudança nunca foi, nem será fácil. Tirar uma empresa de varejo da administração do dia-a-dia, do turbilhão de tarefas e operações essenciais, para implantar algo novo, é complexo e, por vezes, a falta de foco resulta em processos morosos e de baixo resultado.” Da minha parte, sempre defendo o empreendedorismo interno. Cada colaborador tem a liberdade de trazer soluções para melhor atender ao consumidor.

Veja mais aqui.

 

 

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Temos de prestar muita atenção no índice de liberdade econômica do Instituto Fraser. O levantamento leva em consideração aspectos como direitos de propriedade, moeda, tamanho do Estado, qualidade da regulação e liberdade comercial. O Brasil está na 144ª posição entre as 162 nações avaliadas. Somos o terceiro escalão. É inaceitável.

Veja mais detalhes neste artigo do Instituto Liberal.

 

 

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Importante depoimento de Carlos Jereissati Filho ao InfoMoney. Os shoppings brasileiros são uma referência até para o mercado dos EUA. “Os americanos tinham um varejo tão forte que nunca se preocuparam em aplicar nos shoppings outros usos que não o varejo. No Brasil, metade já não é varejo há quase três décadas: tem lazer, alimentação, serviços. Então a gente tem várias variáveis que formataram nossos negócios diferentemente dos Estados Unidos”.

Veja mais no InfoMoney.

 

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